“Gosto de quando me faz raiva, quando me deixa sem graça. Só não gosto do fato de não te ter aqui.”
“Um livro aberto é um cérebro que fala;
Fechado, um amigo que espera;
Esquecido, uma alma que perdoa;
Destruído, um coração que chora.”
Voltaire.  (via silenciados)

“Meu anjo fala gírias, simplifica palavras, faz besteiras, sente medo, sonha. Meu anjo não tem asas, mas me faz voar. Meu anjo não é perfeito, mas foi feito para mim.”
Desconhecido   (via abreviarei)

“Não chore por alguém que não te merecia. Apena sorria e diga: “Obrigado por ter me dado a chance de encontrar alguém melhor que você.”
Pedro Bial  (via refez)

Dizem que músicas são escritas e cantadas para alcançar corações. Eu não escrevo músicas, não tenho esse dom de expressar em palavras e versos algo que combine. Não sei cantar, minha voz não é afinada. Tenho um violão, jogado ao canto do quarto, toco quando tenho raiva, toco quando estou triste, apenas toco, para mim mesma. Tenho vergonha de palco, tenho a sensação de que todos estão com a atenção em mim. Sou estranha, desengonçada e toda cheia dos horrores dentro de mim. Mas eu escrevo, serve? Não escrevo combinações, minhas palavras se juntam em confusões de sentimentos espalhados dentro de mim. Mas eu escrevo, não para alcançar corações, nem para trazer invejas a tona. Escrevo para tocar almas. No palco as pessoas se transformam, incorporam personagens, o rosto lotado de maquiagem para esconder aquilo que a pessoa se esforça para jogar debaixo do tapete. Roupas cheias de detalhes para esconder o que há por dentro. Eu apenas me enfio dentro do quarto, fecho a porta, coloco o fone no ouvido, uma música bem tocante, e me ponho à escrever. E as palavras fluem facilmente, com uma pitada de tapa na cara ali, uma pitada de amargura aqui. Uma pincelada de delicadeza, lá vai mais um texto nascer, lá vai mais uma flor desabrochar. Tocar almas, tocar corações, esse é meu dom. As pessoas podem ler o que escrevo, mas ninguém avança até minha alma. Toco almas, alcanço corações, mas ninguém pode ser capaz de compreender minhas angústias. Meu apelo está nas palavras, meus gritos estão na garganta, presos feito passarinho na gaiola. Meu choro está entalado em qualquer lugar dentro do meu vazio. O meu sorriso não é lindo, mas é minha arma preferida. Com o tempo fui me fechando para mim mesma, fui fazendo as pessoas se afastarem, fui fazendo as pessoas me observarem por apenas acharem estranho. Eu vi as pessoas tentarem me tocar, vi as pessoas tentarem me abrir. Nada. Sou uma flor, desabrochei um dia, não me regaram. Mas pisaram, esmagaram e resolvi me fechar novamente. Só abro no escuro da noite, onde as estrelas brilham, e a lua reflete o mar. Ninguém pode me incomodar durante a noite, onde bebês choram e mães tem olheiras. Onde pais assistem tv, enquanto a mãe prepara a mamadeira da criança. Enquanto os jornalistas estão perdidos atrás de suas notícias. Enquanto os lobos uivam, e os cachorros se escondem da chuva. É ai que eu desabrocho. Desabrocho pra vida, desabrocho pra sentir o ar tocar minha pele, que de tanto tempo fechada ficou seca e fria. O sol não me toca mais, sinto falta. A chuva é minha companheira em noites de escuridão. A sombra me persegue. E eu apenas continuo tocando almas, e alcançando corações. Procurando meu lugar no mundo.
Reciproco pensamento. (via sppring)

As vezes leio frases no tumblr que parecem terem sido feitas para mim.

“Eu cometi alguns erros, mas eu sou só um humano, oque eu preciso é um raio de esperança”
— Amanda Ribeiro, Heart of paradise  (via nevou)

“Eu estava triste, mas dizia: É o cansaço”
O pequeno príncipe.  (via refez)

“Eu sou lembrança. Vai ver, meu lado de dentro seja um relicário. Meu coração só registra carinhos e nunca dorme. Também nunca morre. Mas chora. Ele arde. Eu ardo, e vou soltando poesia com meus passos tortos. Meu esconderijo é aqui. São as letras. São os tons, os sons. Eu gosto de tudo. Espero tudo. Quero tudo. E vou. Caminho de mãos dadas com o que sinto, nunca soube me economizar. Talvez, assim, eu acabe sendo possível. Eu acabe não sendo só lembrança.”
Tu-me-cativas.  (via p-ushed)

“Amor, que é amor, não acaba. Adormece, se anestesia, mas sobrevive apesar do tempo e da distancia.”
Ana Letícia.   (via resumindoempalavras)

“Agora você é apenas alguém que eu conhecia.”
Gotye.     (via sonetosdeamor)